quarta-feira, 13 de julho de 2011

Redes sociais possuem poder de influência?
12/07/2011 11h55 • Tuka Pereira


 A influência das mídias sociais

Na era das redes sociais estamos acostumados a receber uma avalanche de informações a todo instante e isso, cada dia mais, se torna algo normal e parte da rotina de cada um. Todos nós já clicamos num link recomendado por um amigo e passamos adiante alguma informação por nos identificarmos e por achar que valia a pena mais pessoas terem acesso, não é mesmo?
Muito além de permitir a socialização com amigos e de receber e propagar informações, as mídias sociais também se tornaram uma ponte entre muitas pessoas que jamais teriam a oportunidade de se conhecer pessoalmente se não fosse através deste meio. Quantos de nós conhecem a Lady Gaga pessoalmente? Ou então o presidente dos Estados Unidos ou até mesmo o Papa? Fazendo uma delimitação nacional: quantos de nós são amigos reais de pessoas como Ronaldo e Ivete Sangalo? O ex-jogador de futebol possui quase 2 milhões de seguidores no Twitter e a cantora possui mais de 3 milhões de pessoas que acompanham seus posts!
Qual é o tipo de influência que uma pessoa famosa exerce através das mídias sociais? Que tipo de informação alguém que possui tantos admiradores e seguidores pode propagar e fazer com que os outros absorvam? Recentemente, o apresentador do Jornal Nacional, William Bonner, divagou sobre este assunto lançando um desafio àqueles que o seguem no Twitter – são cerca de 1 milhão e 700 mil pessoas. Ele quis testar seu poder de influência e ao mesmo tempo verificar se seus seguidores acatariam uma “ordem” sua de seguir uma pessoa escolhida aleatoriamente por ele. Funcionou: o perfil escolhido passou de 180 seguidores para 800 em cinco minutos.
Nem sempre a influência é evidente, mas existe e é tamanha que empresas hoje em dia pagam (e não é pouco) para que famosos twittem associando seus nomes à marca.

Influenciômetros

Famosos evidentemente influenciam mais, pois possuem mais seguidores do que os anônimos. Mas e você? Sabe dizer qual é seu nível de influência? É exatamente isso que diversos sites prometem avaliar. Alguns levam em conta apenas os números de tweets, retweets e seguidores, enquanto outros usam algoritmos mais complicados para determinar os resultados.
Conheça alguns:

Tweetrank
A sua influência é medida a partir da interação dos seus followers com o seu perfil. Menções, retweets, frequência de tweets são algumas das variáveis. Quanto mais o seu público interagir com você melhor será sua nota.

Klout
Usando dados das suas contas no Twitter, Facebook e LinkedIn, Klout determina a sua influência global, fornecendo gráficos básicos e uma interface de usuário de boa aparência.

Twentyfeet
Dá uma visão geral das suas atividades e influências ao longo de um período de tempo, como uma semana ou um mês.

Tweestats
Através desta ferramenta é possível verificar quais os meses você mais tuitou, quais os horários e quem foram os usuários que mais interagiram.

Tweeteeffect
Essa ferramenta ajuda a descobrir três importantes fatores que definem seu poder e influência no Twitter: alcance, velocidade e capital social.



terça-feira, 12 de julho de 2011


12/07/2011

A importância da comunicação em sua organização
Paula Acotirene[1]

A maneira com que sua organização comunica-se com seus públicos diz muito sobre ela. O processo de comunicação, para ser eficiente, depende de bons profissionais que saibam desenvolver e desempenhar  bem suas funções. O profissional deve saber planejar; assessorar; coordenar; fazer pesquisas de mercado, opinião pública e outras, além de avaliar o trabalho feito.
O modelo mais usado atualmente pelos profissionais de comunicação é o “Modelo Simétrico de Duas Mãos”, que busca a troca de informação e o diálogo entre a organização e seus públicos, o feedback. Para atingi-los, a organização deve lançar mão de vários veículos e estratégias de comunicação, e as novas tecnologias ajudam cada vez mais nessa tarefa.
Através de mídias sociais, as organizações podem divulgar seus conteúdos, interesses, imagens, fazer amizade com clientes e possíveis clientes e também ouvi-los. Dessa forma, a comunicação entre a organização tem menos obstáculos e fica mais transparente e simples. Sem a burocracia que encontramos muitas vezes em ouvidorias e outros canais de troca, ainda úteis em certas instituições.
Uma organização que se comunica bem com seus clientes tem uma maior possibilidade de divulgar melhor suas informações, evitando boatos, reforçar seus lado institucional divulgando seus valores, tornando-se mais próxima de seus públicos.


[1] Paula Acotirene é graduada em Comunicação Social – Habilitação em Relações Públicas pela UFG.


sexta-feira, 1 de julho de 2011

01/07/2011

Redes sociais influenciam decisão de compra dos brasileiros

 SÃO PAULO – Para 79% dos usuários de redes sociais da América Latina, as opiniões postadas por amigos, sobre produtos e serviços, influenciam na decisão de compra. Os dados são do levantamento feito pela Oh! Panel, encomendado pelo Mercado Livre.

De acordo com o levantamento, 72,8% das pessoas que usam redes sociais admitem que confiam mais nas recomendações de colegas do que no parecer de especialistas.

O estudo indica que 58,9% dos entrevistados buscam informações sobre produtos e serviços em mídias como Facebook, Orkut e Twitter, antes de efetuar a compra. No Brasil, o número é ainda maior: 61,4% dos brasileiros usam as redes sociais para fazer pesquisa antes de adquirir um produto ou serviço.

Marcas

Além da busca por informações sobre produtos e serviços, as redes sociais também são usadas para demonstrar preferência por uma marca. De cada 10 entrevistados, quatro disseram que seguem alguma marca.

No Brasil, o interesse por marcas é maior: 81% dos usuários estão em busca de novos produtos e 75,6% procuram descontos especiais.

O que motiva esse comportamento, para 78,6%, é a vontade de conhecer novos produtos e serviços. Já para 74,7%, o interesse é de encontrar ofertas.

O Brasil lidera na porcentagem de usuários que utilizam as redes sociais para adquirir produtos e serviços, com 56%, enquanto a média para os outros países da América Latina é de 49,4%.



quarta-feira, 29 de junho de 2011

Superexposição na web deixa nossa reputação mais vulnerável

Guilherme Genestreti, Juliana Vines  de São Paulo

Tudo o que você coloca na internet pode ser usado contra você. Fotos de um momento festivo, discussões, tuítes atravessados.
"Nem com todo dinheiro do mundo é possível limpar uma reputação manchada na internet", diz o perito digital Wanderson Castilho, da E-Net Security.
 A exposição virtual e a velocidade da web mudaram o conceito de reputação. "Nossa imagem está mais vulnerável. Pode ser confrontada com o que postamos", diz o sociólogo Sergio Amadeu, professor da Universidade Federal do ABC.
 O conceito de reputação virtual não poderia estar mais em alta. O Google acaba de lançar uma ferramenta, a "Eu na Web", para que o usuário monitore o que falam dele por aí.
 Há quem ganhe para cuidar da imagem alheia e limpar um passado virtual, como Owen Tripp, cofundador da Reputation.com, com sede nos EUA. "Temos 160 empregados especializados em reputação online. Monitoramos publicações, fazemos relatórios e enviamos alertas", disse à Folha. A limpeza de rastros pode custar de US$ 100 a US$ 10 mil, diz Tripp.
 No Brasil, José Milagre, perito digital da Legaltech, diz que conserta até imagem de morto. "Trabalhamos com conteúdos positivos que empurram os resultados 'negativos' para baixo." Trocado em miúdos, significa manipular os resultados do Google para que os dados positivos da pessoa apareçam no topo de uma pesquisa.
 Mas há casos que nem peritos resolvem.
 Que o diga a apresentadora de TV Rose Leonel, 41, de Maringá (PR). Há cinco anos, fotos em que ela aparecia nua foram publicadas em 7 milhões de sites pornôs pelo mundo.
 Segundo Rose, seu ex-namorado disparou 15 mil e-mails com as imagens para os moradores de Maringá.
 "As pessoas me olham, eu já sei o que pensam. Não me olham como vítima. Condenam quem está exposto e não querem saber quem foi que expôs."
 A apresentadora perdeu o emprego de colunista social. Em 2010, o ex foi condenado a um ano e 11 meses por difamação, mas recorreu.
 Rose quer criar uma ONG para dar apoio jurídico e psicológico a mulheres que passaram pelo mesmo problema. E ainda há mais de 780 mil links relacionando pornografia ao seu nome, segundo o perito Castilho, que cuidou do caso. "Se o escândalo é muito grande, é impossível limpar. Eu digo: 'Rose, seus netos verão você nua."


É difícil prever a repercussão de uma postagem na rede. "Ainda não dominamos essa linguagem", diz a psicóloga Rosa Maria Farah, da PUC-SP.
 Segundo Farah, isso justifica alguns deslizes e escândalos. Outra hipótese é a de que, quando estamos online, perdemos um pouco a capacidade de crítica.
 "Há uma sensação de anonimato e privacidade quando se está online. É comum as pessoas entrarem em estado alterado de consciência, semelhante ao sonhar."
 Para a psicóloga Dora Sampaio Góes, do Hospital das Clínicas de SP, gostamos mesmo de aparecer. "Queremos vender uma identidade."
 O problema é confundir o íntimo com o social e tornar público o particular, segundo ela. "Usamos as redes sociais como se fossem nosso quarto. Há uma deturpação da noção de intimidade."
 Owen Tripp diz mais: "O que antes escreviam na porta do banheiro vai hoje para o mural do Facebook."
 E há um preço a pagar. A advogada Patricia Peck, especialista em direito digital, diz que falta a todos uma noção do risco real na internet. "As pessoas podem falar o que pensam, mas respondem pelo que dizem."
 Faça a conta: se você tem 200 amigos no Facebook e cada um também tem 200, uma postagem sua pode chegar a 40 mil pessoas que você nem tem ideia de quem sejam.
 Assustador, não? Mas não é preciso apagar o perfil em todas as redes sociais. Alex Primo, professor de comunicação da UFRGS, diz que é possível separar o profissional do pessoal em redes sociais com listas e configurações de privacidade.
 Mas reconhece que a internet é um convite à exposição. "Quanto mais você se expõe, mais vantagens pode receber. Só posso usar ferramentas do Google se der os meus dados. O Facebook só é divertido quando atualizamos."


terça-feira, 28 de junho de 2011


Social Media Day - Goiânia
o próximo dia 30 de junho acontecerá o Social Media Day em Goiânia com o tema "Regionalização Cultural para estratégias de marketing digital".
O Social Media Day é uma iniciativa global do Mashable para comemorar o Dia Mundial das Redes Sociais ao redor do mundo. Neste ano Goiânia se juntará ao circuito realizando um encontro cujo maior objetivo é promover a troca de idéias entre os profissionais da área. Inscreva-se e não fique de fora!
A idéia é juntar a comunidade de Mídias Sociais e Marketing Digital para comemorar, fazer networking, trocar experiências e se relacionar. Trazer um pouco para o offline a amizade e os relacionamentos adquiridos online. Comida, bebida, bate papo, diversão, sempre com muito bom humor.
Interessou? Então anota ai: 
Debatedores: André de Moraes (Tuddo Web), Tiago Alves (Seta Labs).
Mediadora: Renata Checha (Inédita Propaganda)
Data: 30 de Junho, quinta, a partir de 19h30.
Local: Restaurante Cateretê - Unidade Bueno - Av. T-2, nº 318, Setor Bueno (Consumação mínima de R$ 10 / pessoa)






Como se comporta a investidora brasileira
Por Eber Freitas, www.administradores.com.br

Qualidades essencialmente femininas ajudam mulheres a crescerem em um segmento historicamente dominado pelos homens.

Não é novidade o aumento da presença feminina em diversos setores do mercado de trabalho. Desde os altos cargos executivos até os operacionais, não há mais atividades onde elas não estejam presentes. E o mercado financeiro não se constitui uma exceção a essa regra. Historicamente dominado por homens, o setor está cedendo cada vez mais aos encantos femininos devido a competências naturais das mulheres.
Citando um estudo recente realizado pelo Barclays Capital, Aline Rabelo, supervisora da Easynvest, explica o motivo dessa vantagem. "As mulheres são pacientes, têm autocontrole, estratégia e disciplina, são abertas a ouvir quando fazem verificação de carteira, estudam melhor o mercado, o que ela vai fazer, qual a empresa da qual está se tornando sócia. Elas são mais cautelosas pra investir; se ela fez uma análise incorreta de investimento, aprende com os erros", afirma. Para ela, o sexo masculino tem excesso de confiança e assume riscos em excesso, o que pode dificultar as estratégias de investimento.
"As mulheres não investem em modelos de negócio que não entendem, buscam conhecer a empresa, e isso é muito importante para conhecer o ativo", enfatiza Rabelo. Isso implica em resultados melhores para as mulheres: o desempenho delas no mercado financeiro é 1,4% maior ao ano do que o dos homens.
A supervisora revela que no mercado financeiro como um todo, 46% das mulheres tẽm algum tipo de investimento. Já no mercado acionário as mulheres representam 25%. "Nos últimos 8 anos, o número de investidoras cresceu 10 vezes número inicial; parte desse crescimento está atrelado às ações da bolsa em pulverizar e diversificar os negócios", explica. Para explicar esse crescimento, Rabelo lembra que atualmente as mulheres estão mais preparadas e o mercado está bem mais acessível e aberto do que em outros tempos.
"Elas estão cada vez mais independentes, conquistaram mais espaços no mercado de trabalho, têm independência nas decisões pessoais e familiares, então aprenderam a deixar o dinheiro trabalhar por elas", diz.
Mas como nada no mundo é estático, pro que os homens não poderiam assumir competências naturais das mulheres para se dar bem no mercado financeiro? "Nada impede que homens desenvolvam essas qualidades, conforme vão aprendendo com os investimentos. Quando você parte do pressuposto de que as pessoas são racionais na hora de investir então é possível você desenvolver essas características; ao longo do período dos investimentos, você aprende muito, não são competências exclusivas", finaliza.

Fonte: http://www.administradores.com.br/informe-se/carreira-e-rh/como-se-comporta-a-investidora-brasileira/45762/



segunda-feira, 30 de maio de 2011

Nas mídias sociais, dados corporativos desatualizados são pecado mortal

Pesquisa mostra que os consumidores valorizam a participação das empresas, mas estão atentos à forma como as marcas utilizam esses canais.
Redação da Computerworld

O estudo “Empresas e Consumidores nas Mídias Sociais – 2011”, divulgado hoje pela agência de comunicação integrada The Jeffrey Group, revela que 94% dos usuários utilizam canais das mídias sociais da web para expor sua opinião sobre empresas, marcas, produtos e serviços e 77% seguem perfis ou páginas de empresas em redes sociais como Facebook, Orkut e Twitter.
Foram ouvidos 397 usuários da internet e das mídias sociais durante a quarta edição da Campus Party Brasil, em janeiro deste ano. A amostra é formada pelos chamados “campuseiros”, jovens usuários intensivos da internet e das mídias sociais, adeptos das novidades da tecnologia e da web e influenciadores do comportamento dos demais usuários na web.  Cerca de 60% dos entrevistados têm entre 19 e 25 anos.  Só 4% têm mais de 35 anos e 77% possuem nível superior, incluindo 9% de pós-graduados. Estão empregados 71% e 41% conciliam  estudos e atividades profissionais.
“Receber notícias e informações em primeira mão” foi citada por 67% dos entrevistados como principal motivação para engajamento na comunidade online de uma empresa.  Apontaram a participação em concursos e promoções como principal razão de adesão, 54%. A troca de experiências com outros usuários (50%) e a possibilidade de interagir e dialogar com a empresa (44%) também se destacaram entre as motivações dos consumidores para participar de iniciativas de marcas nas mídias sociais.
Perguntados sobre o que mais os incomoda no relacionamento com as empresas na rede, 67% dos usuários citaram a oferta de “informações desatualizadas ou insuficientes” e 56% apontaram a “inexistência de espaço ou canal para interação”.  Quase a metade (48%) considera que “marcas que usam as mídias sociais só para fazer propaganda” são sua maior razão de incômodo e 45% manifestaram irritação com empresas que não respondem ou respondem de forma insatisfatória a dúvidas, críticas ou comentários postados online pelos consumidores.
“O estudo mostra que os consumidores defendem e valorizam a participação das empresas nas mídias sociais, mas estão cada vez mais atentos à forma como as marcas utilizam esses canais”, diz Gerson Penha, diretor de Comunicação Digital da The Jeffrey Group, responsável pelo estudo. “Eles querem menos propaganda, mais e melhores conteúdos e espaços para a interação e o diálogo”.
O levantamento traz ainda dados sobre os canais das mídias sociais mais utilizados pelos consumidores, registra o crescimento do acesso à internet por meio de telefones celulares e tablets e mostra que o consumidor pode ser o maior aliado da comunicação das empresas na rede: 86% dos entrevistados afirmam utilizar as mídias sociais para recomendar a outros usuários marcas, produtos e serviços com os quais simpatizam.
O relatório completo da pesquisa “Empresas e Consumidores nas Mídias Sociais – 2011” pode ser acessado em http://www.slideshare.net/JeffreyBrasil/empresas-e-consumidores-nas-mdias-sociais-2011.
Fonte:http://cio.uol.com.br/gestao/2011/05/02/nas-midias-sociais-dados-corporativos-desatualizados-sao-pecado-mortal